Sede água deseja
A boca a carne o sangue
O luxo da vida na fonte
Nascente refresca e lava
Fluxo doce límpido
A riqueza mais preciosa
De você tudo preciso
Não existe viver sem ti
Se eu pudesse não sofrer
Por sua falta água
Divindade magnânima
Sublime é te possuir
Apazigua o calor
Apaga o fogo
Abranda o desejo
Mata a sede
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
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