Postulou-se severina a relva amarilha
Amarelou no descampado desértico
Cheio de vida a camomila amarela
Flor pequenina redonda e macia
Seca desmonta como poeira bem dita
No canalete que passa cortado no cerro
Secado o rio regados os pastos
O sol pra mais tarde ficando atrasado
Na noite esfriada de repente um repente
Cortando com o vento um assobio silvante
Se o vil é constante deixe-o parar no tempo
Na água corrente desprende o culpado
Amarrado na rama descendo seguro
Subindo correndo alcançando o cume
Esperando o verdume após o frio e a neve
Passado o presente aceitado o regalo
Lua cheia lista llena fascinante
Despertando com as cores das uvas
Inundando com seu sumo a cabeça
A guapa varrida e a cara de caña
Acordado o costume diverso
Acostumando a falta de saudade
No meio daquele vale só
Rola umas pedras nas águas
Dos livros mais belos surgiram
Estórias tão sempre contadas
Resquícios do mundo e das vidas
Iguais e diversificadas
Proibições e distrações
Amigavelmente convivendo
Aprendendo e se reconhecendo
Constantemente revivendo
Riqueza que encanta docemente
Alimenta os arredores terrestres
Assistindo os córregos passarelando
Confiante ao destino encurralante
Somente um caminho à seguir
Deslizando suave contínuo
No ouvido um sussurro silvestre
Compassando delirante entre a mata
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
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