Caiu a noite de uma vez
O dia desapareceu
Escondeu-se entre as montanhas
Dando trégua pras alturas
Refletindo inconformado
Foi-se pago
Como um raio
Nem de perto
Lá se via
Atrás das forças divinas
Dos terrenos da terra
Nos caminhos sinuosos
Desfilando olhando o rio
Que se entroncam vantajosos
Depois de um curto túnel
Antiga passagem da morte
Nas novas estradas lisas
Na terra seguindo traçado
Um grande vale e lindos rios
O rico verde amenizante
O seco ar cortante
E longe afronte
Vai-se fácil à cerca da água
Onde se pode tocá-la
Gelada inconquistável
Coragem pra enfrentá-la
Desafio do despenhadeiro
Despencando das montanhas
Esculpindo um largo traço
Das nuvens oferecido
Sobre o lindo terraço
O vulcão escondido
Pontes conectando
Ao outro lado do que vimos
Puseram-se a luz e as sombras
Deram lugar as estrelas
Espalhadas lá no alto
Muito distantes de mim
Aqui na face com olhos
Um brilho que começa forte
Não quer desfalecer
Fulgurante no entardecer
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
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